sexta-feira, 16 de setembro de 2005

Consciência sem correção e com rabiscos

Imitando Nassar fiz meu Consciência sem pontos ou parágrafos, e agora tento recriá-la sem as correções do primeiro com a fluidez da fala. Obviamente não sairá igual (a parte da ausência dos pontos acabou de ser descartada, eu definitivamente não tenho a capacidade de Raduan ou Kerouac para fazer períodos gigantescos), já que a fala costuma ser instantânea e a escrita obviamente não. A falta de imaginação me faz escrever essas asneiras desinteressantes que nem eu mesma tenho vontade de reler e dias depois (já que não tive tempo ou saco de terminar esse texto de uma vez) de ter começado sinto-me cada vez mais desmotivada em continuar com essa besteira, de modo que, como vocês acabaram de observar, chego agora à conclusão de que é melhor pensar (mesmo que seja um pouco) antes de escrever, pois se é difícil encontrar alguém que leia o que eu escrevo pensando e recorrigindo over and over, será impossível consegui-lo para uma asneira como esta. Perdoem-me, leitores meus! Juro que a partir de hoje tornarei a escrever pensando bem antes de fazê-lo. Pena que antes mesmo de ter terminado de escrever a frase anterior eu tenha mudado de idéia. A consciência é melhor guardada na cabeça, o lugar dela não é o papel. Ploft.

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