quinta-feira, 7 de abril de 2016

Reality show

1. LARGADOS E PELADOS! EM 2015
2. ACHO QUE QUEBREI UM DENTE CHUPANDO ESSA PEDRA.

3. À DERIVA! EM 2016
4. TEM UMA ORCA VINDO NA NOSSA DIREÇÃO!

5. JOGOS VORAZES! EM 2022
6. AGORA COM MOTOSSERRA!

Originalmente publicado em 13 de janeiro de 2016 na Quadrilha.

quinta-feira, 31 de março de 2016

Impeachment

1. VAMO BAIXAR O FILME NO TORRENT.
2. NÃO, ESSE NÃO.

3. POR QUE?
4. ESSE É PT-BR E EU SOU A FAVOR DO IMPEACHMENT.
5. MAS EU SOU CONTRA, VOU BAIXAR.

quarta-feira, 23 de março de 2016

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

A mão esquerda da escuridão

"Aprender quais perguntas são irrespondíveis e não respondê-las: esta habilidade é muitíssimo necessária em tempos de tensão e escuridão". (Ursula K. Le Guin, A mão esquerda da escuridão)

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Mais desenhos

Billie Holiday


Arte produzida para protesto contra Eduardo Cunha em Campina Grande - PB


Retrato de Samuel de Gois



quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Boicote

1. O BOI TÁ COMENDO A FLORESTA.

2. BOICOTE.

3. NÃO COMA O BOI.
4. TEM FRANGO?
Versão vegetariana
1. O BOI TÁ COMENDO A FLORESTA.

2. BOICOTE.

3. NÃO COMA O BOI.
4. TEM SHIITAKE?

domingo, 4 de outubro de 2015

Olga, a sexóloga: FAROL

Começou a pré-venda da coletânea com as melhores tiras da Olga, a sexóloga. São 138 páginas de pura emoção! A partir de R$ 1.000,00 arrecadados, todo mundo ganha brindes! Me ajude que eu lhe ajudo.

1. TIA, O FAROL TÁ ACESO!
2. É CLARO QUE TÁ, MEU FILHO!

3. JÁ VIU MÁQUINA SEM FAROL?

sábado, 3 de outubro de 2015

Olga, a sexóloga: LIVRO

Começou a pré-venda da coletânea com as melhores tiras da Olga, a sexóloga. São 138 páginas de pura emoção! A partir de R$ 1.000,00 arrecadados, todo mundo ganha brindes! Me ajude que eu lhe ajudo.

1. AÍ OLGA, TÁ FICANDO FAMOSA, HEIN?
2. O QUÊ?!?!

3. AONDE VOCÊ VAI?
4. COBRAR MEUS DIREITOS DE IMAGEM!

sábado, 22 de agosto de 2015

Não me benzam quando eu morrer

Quando penso na morte
uma ideia moribunda
passa a me ocorrer:
se resolverem me benzer?

Não se reza Ave Maria
se o defunto for evangélico,
nem se fala em Al Corão
se budista foi no pretérito.

Mas em funeral de ateu?
Se a atéia for eu,
não me benzam quando eu morrer!

Não é revolta, raiva, aversão,
se declino da religião
é uma escolha de vida,
é crença definida,
não me benzam quando eu morrer!

sexta-feira, 19 de junho de 2015

Olga, a sexóloga: LOUÇA


1. MEU CASAMENTO ESTÁ EM CRISE! TODO DIA MINHA MULHER BRIGA COMIGO PORQUE QUER QUE EU LAVE A LOUÇA.
2. E POR QUE NÃO LAVA?

3. ORA ESSA, PORQUE ISSO É COISA DE MULHER!
4. É? O PINTO CAI?

terça-feira, 24 de março de 2015

52 desencarnações do pai de Eulânio

Fui convidada pelo samueldegois a contribuir com a sua série "52 desencarnações do pai de Eulânio", publicada regularmente na PulaPirata.com. Visite a página.
1. EULÂNIO, SEU PAI FOI UM CUSPIDOR DE FOGO
2. VICIADO EM COMER FEIJÃO
3. UM DIA ARROTOU EM CENA
4. E NÃO LEVANTOU DESDE ENTÃO.

quarta-feira, 4 de março de 2015

Olga, a sexóloga: INICIATIVA

1. POR QUE OS HOMENS NUNCA COLOCAM A CAMISINHA POR INICIATIVA PRÓPRIA, OLGA?
2. POR QUE NÃO SÃO ELES QUE TÊM QUE CONTAR QUANTOS DIAS A MENSTRUAÇÃO TÁ ATRASADA.

3. E O QUE EU FALO NUMA HORA DESSAS?
4. "SEM CAMISINHA, SEM CABECINHA!"

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Olga, a sexóloga: PÍLULA

1. DEIXEI DE USAR ANTICONCEPCIONAL!
2. E AÍ?

3. VOLTAR PRA CAMISINHA É UMA MERDA, MAS A TPM ACABOU, A ENXAQUECA PASSOU E A LIBIDO VOLTOU!
4. ENTÃO BATE!

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Olga, a sexóloga #130

1. AI OLGA, EU SOU HORRÍVEL NO SEXO ORAL! O QUE EU FAÇO?
2. EM PRIMEIRO LUGAR, ME SOLTE.

3. DEPOIS, AJA COMO UM TEREMIM.

4. NÃO SEI POR QUE AINDA ESPERO QUE VOCÊ ME AJUDE.
5. EU TE DEI UMA BOA RESPOSTA, VOCÊ QUE NÃO SABE INTERPRETAR.


sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Balzaca Grisalha: Tatuagem

1. NOVINHA ASSIM A TATUAGEM É ATÉ BONITA. MAS E QUANDO ESTIVER COM A PELE COMO A MINHA?

2. EU TEREI HISTÓRIAS PRA CONTAR.

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Olga, a sexóloga #129

1. TIVE QUE APRENDER DUAS COISAS NA MARRA:

2. A SEGURAR O CHOPP QUANDO O GARÇOM CHEGA...

3. E GUARDAR AS BAGAS EM DIA DE FAXINA.

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Balzaca Grisalha: Capacete

1. TENHO UMA IDEIA GENIAL PARA OS CICLISTAS!

2. É UM CAPACETE-CHAPÉU-NAVALHA.

3. PROTEGE DO IMPACTO, DO SOL E DOS ASSALTANTES!

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Ofensas

1. OLHA COMO DIRIGE MAL, SÓ PODIA SER PRETO!

2. OLHA COMO DIRIGE MAL, SÓ PODIA SER MULHER!

3. POR QUE APENAS UMA DESSAS OFENSAS TE CHOCA?

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

A bunda da Mulher-Aranha

Milo Manara
Já fui admiradora do Milo Manara. Li poucas coisas dele (todas emprestadas pelo Samuel, que sempre foi o amigo que mais me apresentou livros e quadrinhos), mas sempre ficava impressionada com a arte caprichada, as belas mulheres e suas aquarelas perfeitas. Arte erótica nunca me causou aversão e tenho alguns exemplares nessa temática, como o quadrinho da Giovanna Casotto; o problema da capa da Mulher-Aranha não é uma questão de moralidade.

Em primeiro lugar temos que ter em mente que Manara não é o Deus dos Quadrinhos e é passível de crítica sim. E as críticas feitas à capa em questão são contundentes: a Mulher-Aranha ficou com pescoço de Mulher-Lagartixa; o uniforme tá meio Globeleza, parecendo que foi pintado no corpo; a imagem enfatiza demasiado a bunda da personagem, que teve a minha compaixão por ter que que usar essa roupa atochada (primeira vez que vejo uniforme fio-dental) e ela está igual a todas a mulheres que ele desenha, corpos esculturais, lábios carnudos e uma sugestão de nariz.

Corey Lewis
Sabemos que grande parte dos autores e executivos do mundo dos comics estão cagando para a opinião feminina, delimitam seu  público alvo como homens jovens cis sem vida sexual ativa e alguns ainda creem que quadrinho não é coisa de menina. Mas apesar disso, existem mulheres leitoras dentro desse universo (confesso que não sou uma delas, é uma área dos quadrinhos que nunca me tentou) e adivinhem só, elas têm o direito de reclamar. As mulheres não estão "estragando" os quadrinhos, como alguns gostam de falar, mas estão lutando para transformar uma arte que admiram em um ambiente menos misógino.

Uma palavra importante dentro do feminismo é "representatividade". Enquanto a única característica importante para a maioria das mulheres retratadas nos  comics for sua sexualidade, existirão leitoras e autoras cobrando personagens fortes e menos sexualizadas. Teoricamente, os quadrinhos de super-herois têm como público alvo os homens e os quadrinhos das heroínas têm as mulheres, mas que mensagem os estúdios nos passam quando nos mostram que as características que merecem destaque nas personagens femininas são suas nádegas e seios, com constantes poses a la Escher e uniformes dignos dos desfiles das escolas de samba?

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Ou tudo ou nulo

1. TEM MUITA GENTE QUE SÓ VOTA EM CANDIDATO QUE FALAR EM DEUS, FOR CONTRA A LEGALIZAÇÃO DA MACONHA E DO ABORTO.

2. POR ISSO EXISTEM POUCOS POLÍTICOS ELEITOS DISPOSTOS A DISCUTIR ESSES ASSUNTOS DE MANEIRA SÉRIA.

3. ENTÃO DECIDI QUE SÓ VOTAREI EM QUEM SE POSICIONAR A FAVOR DA LEGALIZAÇÃO DE AMBOS E NÃO OFENDER O ESTADO LAICO APELANDO PRA FÉ DE NINGUÉM.

sábado, 19 de julho de 2014

Olga em: PRELIMINARES

1. OLGA, MINHA MULHER NÃO QUER MAIS TRANSAR COMIGO.
COMO SÃO AS PRELIMINARES DE VOCÊS?

2. EU MASTURBO ELA UM POUQUINHO DEPOIS METO BEM FORTE!
VOCÊ CHAMA ISSO DE PRELIMINAR, SEU INCOMPETENTE?

quinta-feira, 10 de julho de 2014

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Papelão

1. A MERDA TÁ GRANDE AGORA, IMAGINA NA COPA?

2. POR ISSO USE PAPELÃO!

3. O PAPEL HIGIÊNICO OFICIAL DA SELEÇÃO!

quarta-feira, 28 de maio de 2014

segunda-feira, 12 de maio de 2014

Porque eu desisti do futebol


Ao contrário do que pensa o senso comum, mulher gosta de futebol sim. Não por causa das pernas do jogadores, mas porque gosta de jogar, assistir ou mesmo xingar o juiz enquanto toma uma cerveja na frente da televisão. Mas enquanto de um lado o estímulo existe desde antes mesmo de se começar a andar, do outro é mais comum o desestímulo diante de qualquer demonstração de interesse, porque afinal, "não é coisa de/pra mulher". Claro que esse texto é um reflexo do acontecido recentemente a Fernanda Colombo diante de um erro de arbitragem, mas minha história de decepção com esse esporte começou ainda na infância.

Como a maioria das crianças, eu gostava de me movimentar, praticar esportes e entre eles, o futebol. Quando tinha cerca de onze anos, junto com minhas colegas de sala, solicitamos à escola a criação de uma escolinha para meninas. Mas por que simplesmente não nos juntamos à turma dos meninos? Porque ao contrário deles, nós não tínhamos sido incentivadas a praticar o esporte desde sempre, nós resolvemos, àquela altura do campeonato, começar, enquanto os meninos já nos driblavam só em pensamento.

No início foi tudo lindo. Nós adorávamos a escolinha e adorávamos praticar o esporte. Nos divertíamos sendo meninas jogando futebol, sem intimidações, sem dribles vexatórios, sem (grandes) boladas. Entretanto, suponho que manter uma turma só com cinco meninas não era negócio pra escola, então resolveram nos juntar a uma turma de meninos mais novos. O que não significa que o nível deles fosse semelhante ao nosso, o que aos poucos foi resultando no nosso desinteresse, com os dribles e as lembranças constantes dos nossos colegas de que futebol não era coisa de menina.

Não que para praticar o esporte seja imprescindível um cromossomo Y ou uma benga entre as pernas, mas porque qualquer mulher que ouse entrar nesse meio corre o risco de passar por um corredor polonês de humilhações. Em qualquer esporte (ou na maioria deles), é comum pensar na categoria feminina como "secundária", supondo que a mulher, sexo frágil, não possa competir com um homem, muito menos superá-lo. Entretanto, no "país do futebol", é nesse esporte que a disparidade é maior. Enquanto jogadores muitas vezes recebem cifras milionárias, as jogadoras sequer aparecem na televisão (exceto nas Olimpíadas) e pouco ou nada se fala sobre o futebol feminino, mesmo depois da Marta.

Resta às mulheres trabalharem nesse esporte na arbitragem, mas não sem antes terem sua capacidade e competência seriamente postas em xeque unicamente por causa de seu gênero. Erros de arbitragem são comuns no futebol, diria até que são corriqueiros. Mas se o erro for cometido por uma mulher, torna-se um pecado capital imperdoável e quando não nos mandam lavar a louça, mandam posar pra Playboy.

Só fui a um estádio uma vez na vida, num jogo entre Vasco e Campinense em Campina Grande. Em um dado momento, antes mesmo de começar o jogo, três mulheres passaram na frente das arquibancadas, o que foi suficiente para insuflar atitudes simiescas dos homens do lugar, que acharam de bom grado insultá-las e ridicularizá-las apenas por serem mulheres transitando em um estádio de futebol. Claro que o meu desinteresse no esporte também tem a ver com o fato de grande parte dos jogadores terem mais afinco em simular faltas do que em jogar propriamente, assim como os desvios relacionados, a violência e o preconceito não só contra as mulheres, mas também contra os homossexuais. Se o Brasil é o país do futebol, o futebol é o esporte da intolerância.

quinta-feira, 8 de maio de 2014

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Perguntas que eu nunca sei responder

1. PERGUNTAS QUE EU NUNCA SEI RESPONDER: ESTADO CIVIL?

2. PROFISSÃO?

3. BRANCO, PARDO, NEGRO, AMARELO OU ÍNDIO?

terça-feira, 29 de abril de 2014

Olga, a sexóloga, em: PRECONCEITO

1. CLARO QUE VOCÊ PODE NÃO GOSTAR DE NEGROS, HOMOSSEXUAIS, ATEUS, VOCÊ NÃO É OBRIGADO A GOSTAR DE NINGUÉM.

2. MAS O FATO DE VOCÊ SER UM BABACA PRECONCEITUOSO NÃO TE DÁ O DIREITO DE CERCEAR A LIBERDADE ALHEIA OU SER UM COMPLETO IMBECIL COM AS MINORIAS.

segunda-feira, 21 de abril de 2014

quinta-feira, 17 de abril de 2014

sábado, 12 de abril de 2014

Parir sorrindo

Desde que eu soube do caso da Adelir uma inquietação tomou conta de mim, eu precisava falar algo. Vi pessoas chamando-a de egoísta e aplaudindo a ação da juíza e das obstetras responsáveis pela cesárea compulsória. Não vou pedir de ninguém empatia por uma mãe levada em pleno trabalho de parto para o hospital para ser cortada contra a sua vontade, mas vou mostrar algumas informações que, desde que engravidei há sete anos, me levaram à conclusão de que um parto normal e humanizado é o melhor para a mãe e para o bebê.

O primeiro contato que tive com o assunto foi através do livro "Nascer sorrindo", do obstetra francês Frédérick Leboyer:
O livro 'Nascer sorrindo', do Dr. Leboyer, um obstetra francês que usa técnicas inovadoras no parto, defende que, como a criança está envolta por líquido, que abafa o som e a mantém no escuro durante toda a gestação, quentinha, aconchegada, o momento do parto é extremamente traumático para ela. De repente, luz, barulho, frio. Esse choque afeta a pessoa deixando seqüelas irreparáveis em sua personalidade. Por isso ele mantém as salas de parto na penumbra e silêncio. A criança é, depois de 'expulsa', imediatamente envolta de modo a manter-lhe o calor e sua adaptação ao meio externo é feita gradual e lentamente. Depois de alguns meses de aplicação da técnica, foi convocada uma reunião para avaliar os resultados e chegou-se à conclusão de que os bebês nasciam sorrindo, pois o parto se dá sem violência.
A partir daí, comecei a pesquisar sobre o assunto, no Google, no Orkut. Eu também queria que a minha filha nascesse sorrindo. Conheci grupos de discussão sobre obstetrícia baseada em evidências científicas e cada vez mais, vi a importância de me manter firme na minha decisão de ter um parto humanizado. Eu tinha pensado em fazer um texto minucioso, explicando todo o cenário dos partos realizados no Brasil, mas felizmente li o texto da Thalita Pires antes, que explica a situação muito melhor do que eu o faria. Essa é a leitura essencial para compreender o assunto.

Entretanto, gostaria de acrescentar algumas informações:

  • A Organização Mundial de Saúde (OMS) preconiza que o total de partos cesáreos em relação ao número total de partos realizados em um serviço de saúde seja de 15%. Esta determinação está fundamentada no preceito de que apenas 15% do total de partos apresentam indicação precisa de cesariana, ou seja, existe uma situação real onde é fundamental para preservação da saúde materna e/ou fetal que aquele procedimento seja realizado cirurgicamente e não por via natural (OMS, 1996).¹

  • Dados do estudo podem revelar uma estreita relação entre o aumento da prematuridade e a realização de cesarianas. As mais altas taxas são observadas nas regiões mais desenvolvidas regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste, enquanto as mais baixas estão nas regiões Norte e Nordeste. Entretanto, para estabelecer essa relação com mais exatidão são necessários estudos mais aprofundados. O Brasil apresenta as mais altas taxas de cesarianas no mundo. Sua frequência aumentou de 37.8% de todos os partos em 2000 para 52.3% em 2010. [...] Para o representante do UNICEF no Brasil, Gary Stahl, o estudo reforça a urgência de esclarecer a relação de causa e efeito entre cesariana e prematuridade. “Isso contribuiria para reduzir a epidemia de cesarianas no Brasil e reverter o quadro de prematuridade.”²

  • Cerca de 70% das mulheres dizem querer parto normal quando estão no início da gravidez, segundo pesquisa do Ministério da Saúde. Entretanto, no fim da gestação, cerca de 80% das mulheres que têm planos de saúde acabam fazendo cesariana. Entre as gestantes do Sistema Único de Saúde (SUS), o número de cesarianas é de 26%.³

  • Os partos por cesariana podem influenciar a taxa de mortalidade entre mães e bebês. A cesárea é uma cirurgia, com todos os riscos de uma intervenção desse tipo e representa uma chance seis vezes maior de a mulher morrer do que com o parto é normal. A cesariana também aumenta a possibilidade de a parturiente contrair uma infecção ou sofrer uma hemorragia. Para os bebês, o risco de eles terem que ir para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) quadruplica. No caso dos nascidos de parto normal, esse índice é de 3% e pula para 12% entre os nascidos por cesariana. Segundo médicos, o trabalho de parto exerce papel fundamental para o desenvolvimento dos pulmões das crianças. As contrações liberam substâncias que ajudam na maturação do pulmão do bebê e estimulam os movimentos de sucção, o que melhora qualidade da amamentação. Como, na maioria das vezes, a data das cesarianas é fixada levando em consideração apenas a conveniência do médico e da mãe, independentemente do início do trabalho de parto, muitas crianças nascem sem estar totalmente prontas, sem os pulmões plenamente capacitados.4

  • Não tenho como convencer a todos que o parto humanizado seja na maioria dos casos a melhor opção, mas é leviano não reconhecer que o sistema obstétrico do Brasil precisa urgentemente de uma grande reforma.

    ¹ Agência Nacional de Saúde Suplementar

    quinta-feira, 10 de abril de 2014

    sábado, 5 de abril de 2014

    Argumentos

    Não, não é por isso que temos filhos.

    1. SEMPRE QUE MINHA MÃE ME MANDA FAZER ALGUMA COISA, ALEGA QUE É PORQUE EU SOU MAIS NOVA.

    2. ESSE É UM ARGUMENTO DO QUAL EU NUNCA POSSO GANHAR!

    3. É POR ISSO QUE TEMOS FILHOS.

    segunda-feira, 31 de março de 2014

    Megafone

    1. ÀS VEZES EU QUERIA TER UM MEGAFONE NO CARRO,

    2. PRA PODER DIZER EM ALTO E BOM SOM:

    3. USA A SETA, MIZERA!