terça-feira, 26 de julho de 2011

O casamento da Dona Baratinha

Quem quer casar
Com a Dona Baratinha
Que tem fita no cabelo
E dinheiro na caixinha
(repete)


Sonhava com um casamento
Cheio de pompa e circunstância
Noivo empacotado
Para a noiva exuberância
Sorriso no rosto
E amor em abundância

De branco na igreja
Carruagem na chegada
Margaridas enfeitando
Violinos na entrada

Quem diria
Que logo ela
Que sempre teve
Tudo planejado
Casou com um perfeito namorado
Diploma na mão
E de bolso recheado

Que surpresa deu a vida
O marido era um inseto
Não se sentia querida
Teve vida de barata
Se matou com inseticida

terça-feira, 10 de maio de 2011

Ninguém sabe o que sofri

Ninguém sabe o que sofri
Eu também nem sei
Nunca fui a Salvador
Nunca quis ser rei
Mas adoraria visitar a Bahia, comer vatapá e em Manaus tucupi

Nunca fui à Europa, Ásia ou Oceania
Minto se disser que me contento só em ir à Bahia
Ninguém sabe o que sofri

Ninguém sabe o que sofri
Tenho alergia a pot-pourri, pé-de-moleque e abacaxi
Mas tudo bem
Eu ouço samba, bossa e forró
E meu sofrimento
Eu curo no goró

11/09/2010

quarta-feira, 20 de abril de 2011