sexta-feira, 22 de julho de 2016
segunda-feira, 4 de julho de 2016
![]() |
| 1. TODA VEZ QUE TERMINAVA UM NAMORO... 2. COMEÇAVA UMA CARTEIRA... |
Publicado originalmente em 29 de abril de 2016 na Quadrilha.
terça-feira, 21 de junho de 2016
Terapia
![]() |
| 1. EU ME SINTO MEIO INFELIZ... 2. NOSSO TEMPO ACABOU. |
Publicada originalmente em 17 de março de 2016 na Quadrilha.
quarta-feira, 4 de maio de 2016
Pabulagem
![]() |
| 1. VOCÊ MORA NUMA LUA? EU MORO EM UM PLANETA! 2. GRANDE BOSTA. |
Publicado originalmente em 11 de março de 2016 na Quadrilha.
sábado, 23 de abril de 2016
Despedida
![]() |
| SINTO SAUDADES... OBRIGADA POR TUDO, TÁ? |
Publicado originalmente em 3 de março de 2016 na Quadrilha.
quinta-feira, 14 de abril de 2016
quinta-feira, 7 de abril de 2016
Reality show
![]() |
| 1. LARGADOS E PELADOS! EM 2015 2. ACHO QUE QUEBREI UM DENTE CHUPANDO ESSA PEDRA. 3. À DERIVA! EM 2016 4. TEM UMA ORCA VINDO NA NOSSA DIREÇÃO! 5. JOGOS VORAZES! EM 2022 6. AGORA COM MOTOSSERRA! |
Originalmente publicado em 13 de janeiro de 2016 na Quadrilha.
quinta-feira, 31 de março de 2016
Impeachment
domingo, 27 de março de 2016
quarta-feira, 23 de março de 2016
I wish I could drink like a lady
![]() |
| EU QUERIA BEBER COMO UMA DAMA UMA OU DUAS COM MODERAÇÃO TRÊS TÔ DEBAIXO DA MESA QUATRO DO ANFITRIÃO (tradução minha) |
terça-feira, 16 de fevereiro de 2016
quarta-feira, 9 de dezembro de 2015
A mão esquerda da escuridão
quinta-feira, 3 de dezembro de 2015
Mais desenhos
quarta-feira, 2 de dezembro de 2015
domingo, 4 de outubro de 2015
Olga, a sexóloga: FAROL
sábado, 3 de outubro de 2015
Olga, a sexóloga: LIVRO
Começou a pré-venda da coletânea com as melhores tiras da Olga, a sexóloga. São 138 páginas de pura emoção! A partir de R$ 1.000,00 arrecadados, todo mundo ganha brindes! Me ajude que eu lhe ajudo.
![]() |
| 1. AÍ OLGA, TÁ FICANDO FAMOSA, HEIN? 2. O QUÊ?!?! 3. AONDE VOCÊ VAI? 4. COBRAR MEUS DIREITOS DE IMAGEM! |
sábado, 22 de agosto de 2015
Não me benzam quando eu morrer
Quando penso na morte
uma ideia moribunda
passa a me ocorrer:
se resolverem me benzer?
Não se reza Ave Maria
se o defunto for evangélico,
nem se fala em Al Corão
se budista foi no pretérito.
Mas em funeral de ateu?
Se a atéia for eu,
não me benzam quando eu morrer!
Não é revolta, raiva, aversão,
se declino da religião
é uma escolha de vida,
é crença definida,
não me benzam quando eu morrer!
uma ideia moribunda
passa a me ocorrer:
se resolverem me benzer?
Não se reza Ave Maria
se o defunto for evangélico,
nem se fala em Al Corão
se budista foi no pretérito.
Mas em funeral de ateu?
Se a atéia for eu,
não me benzam quando eu morrer!
Não é revolta, raiva, aversão,
se declino da religião
é uma escolha de vida,
é crença definida,
não me benzam quando eu morrer!
sexta-feira, 19 de junho de 2015
Olga, a sexóloga: LOUÇA
terça-feira, 24 de março de 2015
52 desencarnações do pai de Eulânio
Fui convidada pelo samueldegois a contribuir com a sua série "52 desencarnações do pai de Eulânio", publicada regularmente na PulaPirata.com. Visite a página.
![]() |
| 1. EULÂNIO, SEU PAI FOI UM CUSPIDOR DE FOGO 2. VICIADO EM COMER FEIJÃO 3. UM DIA ARROTOU EM CENA 4. E NÃO LEVANTOU DESDE ENTÃO. |
quarta-feira, 4 de março de 2015
Olga, a sexóloga: INICIATIVA
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015
quinta-feira, 29 de janeiro de 2015
Olga, a sexóloga: PÍLULA
segunda-feira, 12 de janeiro de 2015
Olga, a sexóloga #130
sexta-feira, 9 de janeiro de 2015
Balzaca Grisalha: Tatuagem
sexta-feira, 26 de dezembro de 2014
Olga, a sexóloga #129
sexta-feira, 19 de dezembro de 2014
quinta-feira, 18 de dezembro de 2014
quarta-feira, 17 de dezembro de 2014
quarta-feira, 19 de novembro de 2014
Balzaca Grisalha: Capacete
quarta-feira, 29 de outubro de 2014
segunda-feira, 22 de setembro de 2014
Ofensas
quinta-feira, 18 de setembro de 2014
sexta-feira, 22 de agosto de 2014
A bunda da Mulher-Aranha
![]() |
| Milo Manara |
Em primeiro lugar temos que ter em mente que Manara não é o Deus dos Quadrinhos e é passível de crítica sim. E as críticas feitas à capa em questão são contundentes: a Mulher-Aranha ficou com pescoço de Mulher-Lagartixa; o uniforme tá meio Globeleza, parecendo que foi pintado no corpo; a imagem enfatiza demasiado a bunda da personagem, que teve a minha compaixão por ter que que usar essa roupa atochada (primeira vez que vejo uniforme fio-dental) e ela está igual a todas a mulheres que ele desenha, corpos esculturais, lábios carnudos e uma sugestão de nariz.
![]() |
| Corey Lewis |
Uma palavra importante dentro do feminismo é "representatividade". Enquanto a única característica importante para a maioria das mulheres retratadas nos comics for sua sexualidade, existirão leitoras e autoras cobrando personagens fortes e menos sexualizadas. Teoricamente, os quadrinhos de super-herois têm como público alvo os homens e os quadrinhos das heroínas têm as mulheres, mas que mensagem os estúdios nos passam quando nos mostram que as características que merecem destaque nas personagens femininas são suas nádegas e seios, com constantes poses a la Escher e uniformes dignos dos desfiles das escolas de samba?
segunda-feira, 4 de agosto de 2014
Ou tudo ou nulo
segunda-feira, 28 de julho de 2014
sábado, 19 de julho de 2014
Olga em: PRELIMINARES
segunda-feira, 14 de julho de 2014
quarta-feira, 25 de junho de 2014
quarta-feira, 4 de junho de 2014
Papelão
quarta-feira, 28 de maio de 2014
segunda-feira, 12 de maio de 2014
Porque eu desisti do futebol
Ao contrário do que pensa o senso comum, mulher gosta de futebol sim. Não por causa das pernas do jogadores, mas porque gosta de jogar, assistir ou mesmo xingar o juiz enquanto toma uma cerveja na frente da televisão. Mas enquanto de um lado o estímulo existe desde antes mesmo de se começar a andar, do outro é mais comum o desestímulo diante de qualquer demonstração de interesse, porque afinal, "não é coisa de/pra mulher". Claro que esse texto é um reflexo do acontecido recentemente a Fernanda Colombo diante de um erro de arbitragem, mas minha história de decepção com esse esporte começou ainda na infância.
Como a maioria das crianças, eu gostava de me movimentar, praticar esportes e entre eles, o futebol. Quando tinha cerca de onze anos, junto com minhas colegas de sala, solicitamos à escola a criação de uma escolinha para meninas. Mas por que simplesmente não nos juntamos à turma dos meninos? Porque ao contrário deles, nós não tínhamos sido incentivadas a praticar o esporte desde sempre, nós resolvemos, àquela altura do campeonato, começar, enquanto os meninos já nos driblavam só em pensamento.
No início foi tudo lindo. Nós adorávamos a escolinha e adorávamos praticar o esporte. Nos divertíamos sendo meninas jogando futebol, sem intimidações, sem dribles vexatórios, sem (grandes) boladas. Entretanto, suponho que manter uma turma só com cinco meninas não era negócio pra escola, então resolveram nos juntar a uma turma de meninos mais novos. O que não significa que o nível deles fosse semelhante ao nosso, o que aos poucos foi resultando no nosso desinteresse, com os dribles e as lembranças constantes dos nossos colegas de que futebol não era coisa de menina.
Não que para praticar o esporte seja imprescindível um cromossomo Y ou uma benga entre as pernas, mas porque qualquer mulher que ouse entrar nesse meio corre o risco de passar por um corredor polonês de humilhações. Em qualquer esporte (ou na maioria deles), é comum pensar na categoria feminina como "secundária", supondo que a mulher, sexo frágil, não possa competir com um homem, muito menos superá-lo. Entretanto, no "país do futebol", é nesse esporte que a disparidade é maior. Enquanto jogadores muitas vezes recebem cifras milionárias, as jogadoras sequer aparecem na televisão (exceto nas Olimpíadas) e pouco ou nada se fala sobre o futebol feminino, mesmo depois da Marta.
Resta às mulheres trabalharem nesse esporte na arbitragem, mas não sem antes terem sua capacidade e competência seriamente postas em xeque unicamente por causa de seu gênero. Erros de arbitragem são comuns no futebol, diria até que são corriqueiros. Mas se o erro for cometido por uma mulher, torna-se um pecado capital imperdoável e quando não nos mandam lavar a louça, mandam posar pra Playboy.
Só fui a um estádio uma vez na vida, num jogo entre Vasco e Campinense em Campina Grande. Em um dado momento, antes mesmo de começar o jogo, três mulheres passaram na frente das arquibancadas, o que foi suficiente para insuflar atitudes simiescas dos homens do lugar, que acharam de bom grado insultá-las e ridicularizá-las apenas por serem mulheres transitando em um estádio de futebol. Claro que o meu desinteresse no esporte também tem a ver com o fato de grande parte dos jogadores terem mais afinco em simular faltas do que em jogar propriamente, assim como os desvios relacionados, a violência e o preconceito não só contra as mulheres, mas também contra os homossexuais. Se o Brasil é o país do futebol, o futebol é o esporte da intolerância.
quinta-feira, 8 de maio de 2014
sexta-feira, 2 de maio de 2014
Perguntas que eu nunca sei responder
Assinar:
Postagens (Atom)




























































