quinta-feira, 24 de fevereiro de 2005

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2005

mIRC diariamente

[A] ;DDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDD DDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDD DDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDD DDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDD DDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDD DDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDD DDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDD DDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDD DDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDD DDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDD DDDDDDDDDDDDDDDDDD
[B] ????????
[A] ouxe
[A] tais lembrada de mim não eh?
[B] quem é você? o,o
[A] Júnior, tú é doida se não lembra de mim mermo eheheheheheheheh
[A] ;P
[B] tem certeza que você me conhece?
[B] qual o meu nome?
[A] Júnior
[B] o MEU
[A] qual o seu?
[A] ah sim
[A] não é a Juliana?
[B] não
[A] Ok desculpe
[B] normal

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2005

BASEADO EM FATOS REAIS: Narração desnecessária

- Ele é viado.
- Ele pode ser bi.
- Ele é muito solto. Só um viado se solta assim, homem geralmente é mais preso, ele é bem despreocupado.
- Ele me perguntou quem estava aqui. Ele quis saber se eu estava acompanhada.
- Mas tu viaja... Olha, pegou na mão do outro. Ele tá dançando na frente do outro, é viado, perdeu, ele tá paquerando geral com o outro.
- Ele ainda pode ser bi...
- Ô bichinha... Agora ele pegou na cintura do outro. Vai agarrar... Agarrou! Perdeu, agarrou.
- Mas ele pode ser bi...
- Que desperdício...




[A] B de onde vc é
[B] paraíba
[A] B vc é Paraiba ?
[A] LoL
[B] A éeeeee
[A] B nunca fikei com uma paraiba
[A] B pra tudo se tem uma primeira vez
[B] se depender de mim a situação não se altera
[A] B pow q fora
[C] hahahah A vc jah deveestar acostumado neh hahahaha
[A] C lol esse fora naum conta pq garotas q são PARAIBAS são consideradas banco de esperma
[B] ou meu deus
[B] só que meu banco não tá aceitando esperma de babaca ;)

Problemas acentuados

Qualquer pessoa que tenha lido um livro editado há mais de vinte anos pode perceber o decréscimo de acentos nas nossas palavras. Não estando satisfeitos, os gramáticos da língua portuguesa continuam a castrar nossas acentuações e a última vítima foi o trema. Até hoje não sei ao certo o porquê da exclusão do trema (que por sinal continua vigente nas gramáticas brasileiras) quando até mesmo com ele nossos conterrâneos falam absurdos como “tranquilo”.
Estou sentindo um processo de analfabetismo agudo não só nos outros, devo admitir que me pego em dúvida quanto às questões mais banais. Não sei se posso culpar a internet, onde a necessidade da comunicação rápida (para não dizer urgente) faz com que usemos abreviações e deixemos de lado coisas como pontuação e acentuação, o que muitas vezes danifica a compreensão da mensagem, ou à televisão, onde mais uma vez a rapidez com que as imagens são transmitidas tornam os prazeres de uma leitura obsoletos. Ou talvez se dê simplesmente pelo fato de que uma leitura seja considerada perda de tempo ou desnecessária em tempos onde a televisão e, principalmente, a internet atendem e se encaixam mais perfeitamente no nosso mundo corrido de globalizado.
Como a boa velha rabugenta e reacionária que sou, continuo prezando não só pela manutenção do trema, mas pelo respeito à minha língua, que pelo fato de ser viva não só se modifica ao decorrer do tempo, mas também se contorce e faz cara feia quando alguém chama coco de cocô.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2005

O homem do walkie talkie

Lá estava eu no meio do nada. No cafundó do brejo, onde o vento faz a curva e carrega as botas de Judas. Sentado ao meu lado estava um careca. Assim que bati os olhos nele tive a impressão de que vinha de um lugar que ninguém conhecia. Até aí tudo bem, eu disse a mim mesmo que era uma alucinação. Enquanto esperávamos pelo ônibus (era o ponto final antes do abismo engolidor) o maluco pegou o walkie talkie amarelo que carregava consigo e entrou em contato. Cumprimentou-me de uma forma pouco usual e começou a falar sobre coisas que eu não teria a capacidade de descrever.
Pelo pouco que pude entender, ele é de um lugar chamado Albertane e lá eles utilizam o cérebro bem melhor que nós (o que eu achei suspeito, porque a criatura usava apenas cueca e nunca se barbeava).
Cansado de conversar com um ser inferior, o habitante extra-terrestre catucou seu walkie talkie (ou algum outro equipamento semelhante) e começou a comunicar-se com Marte. Ele conseguiu fazer contato com a nave-mãe e graças à graça de Pete pôde ser resgatado. Nesse curto tempo em que passamos juntos senti o quanto aquela presença me iluminou. Segurei as longas barbas daquele homem careca e implorei que me levasse consigo. Ele me olhou transmitindo confiança e pediu que esperasse até que voltassem para me buscar.
Um bom tempo se passou, o meio do nada se transformou na maior rua da cidade, mas eu continuo esperando por ele. Tento não me barbear, assim como eles, mas o calor da cidade não me permite. Tento manter o cabelo raspado, mas ele cresce rápido demais. Há pessoas que acham que eu sou louco, mas pouco me importa a opinião desses seres inferiores, sei que os homens carecas do pé grande virão me buscar, mesmo que você diga que eu estou hiperventilando, não vou desistir. E só quando eles vierem me buscar é que eu sairei desta parada de ônibus. Pode não ser hoje. Pode ser amanhã.


Thaïs Gualberto

Baseado na música Man From Milwalkee e inspirado no lendário habitante da Epitácio Pessoa

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2005

Musicalidade I

Ó cozinheira por que estás tão triste? Mas o que foi que te aconteceu?
Foi a canela que caiu do prato, deu dois suspiros e depois morreu.




- Você é linda.
- Obrigada...
- Nossa, que ânimo. Você deve ouvir isso com freqüência, né.
- Um pouco. Mas são poucas as vezes em que levo os elogios em consideração.
- Por que esse pedantismo?
- Não quero alguém que apenas me diga que sou gata. Quer saber o que é realmente um elogio para mim? Certa vez um namorado meu ficou me encarando por uma meia hora. Só olhando para mim. Eu estava nua e ele olhava apenas para o meu rosto, para os meus olhos. Eu me sentia desconcertada, envergonhada, não estava acostumada a ser encarada daquela maneira, mas gostava mesmo assim. Depois de meia hora sem se mover, sem dizer uma palavra, sem me apalpar ele finalmente me disse que eu tinha um olhar foda. Isso foi suficiente para me arrepiar dos pelos dos pés aos cabelos. Eu me senti elogiada. Não foi uma frase decorada para me agraciar, mas um elogio sincero que veio no devido momento. Eu não quero alguém que diga que me ama por conveniência, mas alguém que o diga quando sentir essas palavras explodindo em sua boca. Mas nem isso me é suficiente. Eu preciso de alguém que eu queira e que me queira da mesma maneira. E isso não é fácil.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2005

Tem coisa mais frustrante que abrir um pote de sorvete e só encontrar sardinhas?



- Eu quero um japonês pra sossegar o faixo ;~~
- Eu quero um cara legal e bonito. Que merda.
- Cada vez eu odeio mais os viados ;~~
- Nesses últimos tempos, pela primeira vez na vida, eu tô cansando de ficar tempos sem homens.
- Eu tô entrando em pânico ;~~ Tá foda ;~~ Nem homem pra ficar eu arranjo.
- Nem eu!! E olha que eu já desisti de procurar os deuses gregos. Agora eu só quero um decente.
- Hehehehehe
- Mas tá igualmente difícil de achar.
- Merda. Eu já tô paquerando os japoneses coroas que entram no ônibus ;P~~
- Mas tem que ser, necessariamente, um japonês?
- Não. Mas se é pra paquerar um coroa que seja pelo menos um japonês.

terça-feira, 25 de janeiro de 2005

Não sei se o que me incomoda mais é a perfeição mentirosa das comédias românticas ou a verdade imperfeita PERTO DEMAIS.

domingo, 16 de janeiro de 2005

Gorda, solitária e deprimida.

Essa noite, antes de dormir, eu estava lendo O Aleph, de Jorge Luís Borges. Dei-me por vencida pel'O Imortal e socorri à Laranja Mecânica, mas ao pegar o livro vi que Borges tinha me vencido mais uma vez: a editora do segundo livro era a Aleph. 2x0. Que ao menos o aleph me ilumine na hora da prova.
Dizem que coincidências não existem, mas que outra forma de explicar a minha recente (recentíssima!) descoberta da admiração de Burgess por Borges?

quarta-feira, 12 de janeiro de 2005

Intermusicalidade III

Dizem que sou louco. Só louco, amar como eu amei.



You tell me you'll be here for me
No matter how
You tell me you'll come to me
Wrote me a song of love just now
But how will I know if this is true
When everyone says 'I love you'?

All the songs and movies say
All you told me in your way
How can I believe in you
If you tell me movies weren't true?
You metrified your love for me
Told me that was the right way to be

1ª estrofe

Please don't banalize this feeling
'Cause banalization is what I'm hearing
Just tell me you love me and don't rhyme
Can you do it? Just be mine?
I love you. But not till the day I die.
Until the day I love you
You will be eternalized

1ª estrofe

Don't show our pictures to your friends
If don't love me, don't pretend
Just accept when comes the end
'Cause I know I'll love you
'Till the day
Our love die


Thaïs Gualberto

sexta-feira, 7 de janeiro de 2005

Even in its ugliness the world is so beautiful and even in its beauty the world is so ugly...



- Oi meu amor.
- Não fala assim comigo...
- Diz megera. Bruaca. Cachorra.

domingo, 2 de janeiro de 2005

O peixe e a flor

Ele não tem muito tempo restante na Terra como espécie. É lento, preguiçoso... muito pouco ágil. Por sorte está protegido e não tem mais predadores, o que lhe dá um tempo maior. O conheci aqui no rio e foi também aqui que a conheceu. No curto tempo em que foi à procura do ar, encontrou uma flor de beleza inédita para ele. Amada e amante dos animais, ela sorriu para o peixe-boi que lhe apareceu. Lavou as mãos na beira do rio e assim molhou as pontas dos cabelos negros.

Após esse ligeiro encontro meu vizinho só falava dela. Eu não a tinha visto e não entendia por que meu amigo peixe-boi, sempre tão calmo e indiferente havia se encantado dessa maneira por uma humana. Ele sonhava com a possibilidade de vê-la todos os dias e dizer-lhe, como um desjejum, o quão bela ela era. Tendo em mente que era impossível falar com ela, lembrou-se que eu podia adquirir a forma humana e pediu-me desesperadamente que fosse a encontro da sua amada. Ele tinha medo da minha índole e implorou-me que eu não fizesse mal a ela. Pobre peixe-boi, não tinha mais a quem recorrer e sentiu-se obrigado a confiar sua amada a um boto cor-de-rosa.

Assim que a Lua me favoreceu fui à procura da sua amada e a encontrei a poucos metros do rio, olhando para o céu e sorrindo para os astros. Soube imediatamente que era ela, pois reagi da mesma forma que o peixe-boi. Fiquei um longo tempo admirando aquela beleza que emprestava sua luz à lua. Podia sentir o cheiro que exalavam seus cabelos no meio daquela flora invejosa. Visivelmente mestiça, suas mechas negras se destacavam ao lado do seu corpo empalidecido pelo luar.

Em meio a tanta excitação, deixei escapar um ruído que a trouxe até mim. Diante daquela pele, mais macia que as pétalas das flores, esqueci-me de todas as palavras que havia decorado para satisfazer meu colega. Esqueci-me até dele, diante daquele sorriso encantador. Nessa noite fizemos coisas que eu jamais poderia contar ao peixe-boi. Retornei ao rio antes do amanhecer e nunca mais retomei minha forma humana.

As últimas notícias que tive dela foram pelo próprio peixe-boi. Ele veio até mim, com um olhar mais triste que o que já possuía, dizendo-me que ela não sorria mais.

Tenho medo de chegar perto das margens novamente e ganhar o olhar melancólico do meu conhecido. Se já não o tenho. Só tenho nadado em águas que não me espelhem.

De vez em quando encontro um garoto nadando nas águas hostis do meu rio. Toda vez que me encontra me fita da mesma forma que fitei sua mãe. Ele me diz que em poucos anos vai poder falar comigo. Depois solta um sorriso conhecido e volta para a margem como quem já nasceu nadando.

terça-feira, 28 de dezembro de 2004

Real?

- Que queres?
- O que eu quero?
- É, o que você quer de mim?
- Quero que você me coma, caralho! Que coma o meu cu! É isso que eu quero!
- Calma, não precisa se alterar.
- Calma uma porra! Eu só faltei enfiar a tua cara no meio das minhas pernas!
- Tem certeza que faltou mesmo?
- Ora, seu viadinho de merda...
- Pra que falar algo que sabe que é mentira?
- Eu não sei de nada, nunca provei pra dizer qual é a verdade. A única coisa que eu sei é que você vem resistindo bravamente a todas as minhas investidas, sem motivos aparentes. Você não me acha feia...
- Não.
- ... não é comprometido...
- Também não.
- Então por que não me come?
- ...
- Me come, vai?
Ele sorri para ela e dá dois beijinhos em sua bochecha. Uma expressão de decepção indescritível toma conta da face dela enquanto ele se distancia.

terça-feira, 21 de dezembro de 2004

Pra fazer esse povo criar vergonha na cara.

[15:32] (devasso-cam-pr) oieee
-
Devasso-cam-PR is ~sexi@g0uVJxteEug.200.188.223.O * sexu
Devasso-cam-PR on #recife #webcam #gayrecife
Devasso-cam-PR using US.BRASnet.org Estados Unidos
Devasso-cam-PR End of /WHOIS list.
-
[15:32] (devasso-cam-pr) td bem?
[15:32] (devasso-cam-pr) h ou m?
[15:33] (devasso-cam-pr) ???????????????????????????????????
[15:34] (devasso-cam-pr) ?
[15:34] (devasso-cam-pr) ?
[15:34] (devasso-cam-pr) ?
[15:34] (devasso-cam-pr) ?
[15:34] (devasso-cam-pr) ?
[15:34] (devasso-cam-pr) ?
[15:34] (bloodberry) oi
[15:34] (bloodberry) m
[15:34] (devasso-cam-pr) okey
[15:34] (devasso-cam-pr) me chamo Luan e vc?
[15:35] (bloodberry) thais
[15:36] (devasso-cam-pr) prazer
[15:36] (devasso-cam-pr) eu tava no canal feirinha mais sai
[15:36] (devasso-cam-pr) te vi la e estamos aqui........
[15:36] (devasso-cam-pr) gual a sua idade?thais?.......
[15:44] (devasso-cam-pr) gual a sua idade?thais?.......
[15:44] (devasso-cam-pr) gual a sua idade?thais?.......
[15:44] (bloodberry) 19
[15:44] (bloodberry) e a sua?
[15:44] (devasso-cam-pr) okss
[15:44] (devasso-cam-pr) 22
[15:44] (devasso-cam-pr) faz oque da vida?
[15:45] (bloodberry) estou justamente decidindo iso
[15:45] (bloodberry) no momento nada
[15:47] (devasso-cam-pr) okey...
[15:47] (devasso-cam-pr) eu faculdade
[15:47] (devasso-cam-pr) fotografia
[15:47] (devasso-cam-pr) vc tem msn?
[15:49] (bloodberry) legal
[15:49] (bloodberry) aonde?
[15:50] (devasso-cam-pr) moro em londrina
[15:50] (devasso-cam-pr) faculdade soares de neves
[15:50] (devasso-cam-pr) conhece?
[15:50] (bloodberry) não
[15:50] (devasso-cam-pr) desculpa....
[15:50] (bloodberry) e por que os canais de recife?
[15:50] (devasso-cam-pr) tc de onde?hahahaahahahhaa
[15:51] (devasso-cam-pr) entrei no jampa,no maceio,no natal e no recife
[15:51] (devasso-cam-pr) mais ja sai
[15:51] (devasso-cam-pr) es de recife?
[15:52] (devasso-cam-pr) ??????????????????.......
[15:52] (bloodberry) não
[15:52] (bloodberry) joão pessoa
[15:53] (devasso-cam-pr) sou afim de conhecer o nordeste
[15:54] (devasso-cam-pr) belas praias...
[15:54] (devasso-cam-pr) mulheres tropicais....
[15:54] (devasso-cam-pr) hahahahahahaa
[15:54] (devasso-cam-pr) deve ser bem legal
[15:54] (devasso-cam-pr) tem msn?
[15:56] (devasso-cam-pr) ???????????????????????...............
[15:57] (bloodberry) não ;P
[15:59] (devasso-cam-pr) que pena
[15:59] (devasso-cam-pr) eu ia me mostrar todo pra vc na cam
[15:59] (devasso-cam-pr) nao curti?
[15:59] (bloodberry) o que, exatamente?
[16:00] (devasso-cam-pr) oq eu ia mostrar?
[16:00] (devasso-cam-pr) oq eu ia mostrar?
[16:00] (devasso-cam-pr) oq eu ia mostrar?
[16:03] (bloodberry) bom
[16:04] (bloodberry) eu não sei o que você ia mostrar, mas provavelmente não seria algo que eu quisesse ver
[16:04] (devasso-cam-pr) nao gosta de homem nu?
[16:06] (bloodberry) gosto, mas tem que haver uma seleção antes
[16:06] (bloodberry) não é qualquer homem nu que é aprazível
[16:07] (devasso-cam-pr) bom faz assim
[16:07] (devasso-cam-pr) vc me ve e ce gostar td bem
[16:07] (devasso-cam-pr) ce nao vc desliga a cam
[16:07] (devasso-cam-pr) ok?
[16:07] (bloodberry) obrigada, mas não estou com vontade de te ver nu

O que mais me falta aparecer?

domingo, 19 de dezembro de 2004

O que você quer da vida?
Que seja rápida e indolor.



Mais do mesmo Pedro Bó.
- Ei...
- Oi, Pedro?
- Fala mais devagar?
- Por que?
- Eu não consigo entender o que você diz.
- E Por que não?
- Você fala muito complicado.
- Eu?
- É. Eu fico boiando.
- Tá bom, eu vou tentar usar um léxico mais popular com você. Ops! Léxico não é popular...

terça-feira, 14 de dezembro de 2004

BASEADO EM FATOS REAIS: Banheiro

Lá estou no evento de anime. Bem no meio de um quiz e bate aquele aperto. Dou uma fugida até o banheiro e lá presencio uma conversa no mínimo curiosa:
- Mas e como ela está?
- Agora já vomitou e está bem. Mas sabe o que foi? Ela tomou café e depois comeu manga.
- E foi?
- Foi, mulher. Tomou café quente, comeu manga quente e depois ainda tomou um comprimido.
- Táaa!
- Era pedir pra passar mal.
- Né isso! Tomar café quente e ainda comer manga quente!
- Agora ela aprende.



Acho que vou pra segunda fase... Espero dessa vez passar no vestibular, esse ano não tenho namorado pra me consolar ;P

quinta-feira, 9 de dezembro de 2004

BASEADO EM FATOS REAIS: Imagine a cena

O namorado e a namorada estão sentados na frente do computador e ela começa a mostrar algumas imagens pra ele. Mostra uma tirinha em espanhol. Ele pergunta:
- O que é "palo duro"?
- Pau duro. - supõe a namorada.
Nisso, a mãe da namorada grita lá da sala:
- O que é isso, menina??!?!

terça-feira, 7 de dezembro de 2004

BASEADO EM FATOS REAIS: MSN


- E aí.
- Oi.
- Beleza?
- Na paz, e com você?
- Beleza. Que “ses” conta?
- Nada de novo. Semana que vem tem vestibular novamente. Iupi.
- Hehhe. Aí, viu quem sou eu, hahah. Mó monstro, né?
- Webcam nova?
- É, hahaha. Quer ver mais?
- Mostra.
- Olha o que tem no meu quarto.
- Gardenal?
- Hahahahaha! Colírio.
- Ahhhhhhhh. Aqui em casa tinha Gardenal.
- Credo.
- Meu cachorro tomava.
- Olha eu.
- Heheeh. Aquilo ali atrás é um berimbau?
- Hahahah. É. Mas a cabaça quebrou.
- Hehehehe. Mas é só de enfeite mesmo?
- Tocava.
- Legal.
- Só que minha mãe derrubou e quebrou.
- Eu comprei um, mas nunca consegui tocar direito, aí desisti.
- É “facim”. “Se” mora “na” onde?
- João Pessoa, Paraíba.
- Hum... Sério?
- Sério. E não é a primeira vez que você não acredita nisso.
- Hahahahah. Mas deve ser da hora... Tem muita opção de lazer aí?
- Bom... Depende. Tem algumas festas, shows, normal.
- Se sai muito aí?
- Tem barzinhos, essas coisas. É uma cidade normal. Saio toda semana.
- Um. Você namora?
- Sim, eu também sou uma pessoa normal. Mas no momento estou solteira.
- Hum... É bom dar uns beijos, né?
- É sim.

domingo, 5 de dezembro de 2004

Intermusicalidade II

Eu fui dançar um baile na casa da Gabrieeeeelaa, sempre Gabrieeeeeeeeela.

Imagine a cena:
Uma garota andando na calçadinha da praia de Manaíra com uma bolsa transparente. Um rapaz vem na sua bicicleta e pára, aparentemente para ajeitar algo nesta. Ela passa, ele sobe na bicicleta e a chama:
- Ei!
Ela se vira. Ele tem uma cara de mau; amedrontadora.
- A senhora fuma?
Ela está com uma carteira de Lucky Strike na bolsa translúcida.
- Não.
Ele parece ter se desapontado.
- Faz bem. Não tem câncer.
Ela segue em frente. Ele provavelmente também.

Baseado em fatos reais. Pessoas estranhas...