sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Olga e Gal
Hoje a Iramaya me mostrou um post no Dunas da Gal sobre a Olga. Fiquei muito feliz com a receptividade. Um grande abraço meu e da Olga!
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
sábado, 7 de agosto de 2010
Samba da lua
Fazer samba no domingo
É poesia
E o batuque que surge
Todo dia
É a melodia da vida
Fantasia
Quando a lua crescente
Enche para sambar
O luar no terreiro
Ao samba iluminar
E a prosa do pandeiro
Vira a lua no ar
Boemia
Fazer samba no domingo
É poesia
E o batuque que surge
Todo dia
É a melodia da vida
Fantasia
Saberia
A lua se o samba não fosse
De alforria
E de cheia minguante
Num instante
Transformaria
E ao tocar o pandeiro ele se
Despedaçaria
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
domingo, 1 de agosto de 2010
quarta-feira, 28 de julho de 2010
Olhos cansados
À medida que se vai envelhecendo, as partes do seu corpo vão sendo amarradas uma a uma ao chão. Por isso que o corpo idoso é tão pesado, de tão difícil locomoção.
Sei que as vantagens existem, só me falta descobri-las. Mas enquanto isso, eu evito franzir a testa.
segunda-feira, 26 de julho de 2010
domingo, 25 de julho de 2010
Carlota
Sempre acreditei ter tirado a sorte grande, por ter conseguido o amor de uma mulher tão cobiçada como Carlota. Andávamos de mãos dadas pelas ruas da cidade e atraíamos sempre os olhares curiosos, éramos vítimas de comentários dos transeuntes e eu sentia enorme orgulho pela minha vitória. Orgulho ferino, viria eu a descobrir posteriormente. Julgava-me superior por ter mulher mais pura e bela de todo o mundo.
Todas as noites eu voltava para casa com o corpo em chamas, por ter e ao mesmo tempo não ter a mulher dos meus sonhos, febril por imaginar minhas mãos perscrutando suas vestes justas, sonhos misturados com pesadelos, pois a culpa de pensar nela como uma qualquer, lasciva, pesava sobre a minha consciência.
Cheguei à conclusão de que a situação estava insustentável. Não havia motivos reais para eu permanecer nos abstendo da nossa felicidade. Peguei imediatamente o celular e liguei para Carlota, mas ela não me atendeu. Passava das dez da noite, era bem provável que já estivesse dormindo. Eu teria que me conformar em pedir sua mão no dia seguinte.
E às oito já estava de pé, em frente à sua casa. Mal cabia em mim de tanta ansiedade. Não tínhamos famílias rivais, mas eu me sentia como um Romeu, diante de tantas proibições. Inspirado nesse amor etéreo, resolvi subir até o seu quarto, para acordá-la com um beijo de príncipe encantado. Com muito custo consegui chegar à janela, apenas para descobri-la chegando ao êxtase com um enorme e suado ogro pressionado contra si pelas suas pernas tortas.
Talvez Carlota fizesse tanta questão de me convencer da sua virgindade porque eu era virgem. Eu queria me guardar para ela, para o meu amor e ela sentiu a obrigação de fingir ser igual a mim. Mas nós não éramos nem um pouco parecidas.
Entrei pela janela aberta e ambos deram um pulo, tamanho o susto. A primeira reação da minha amada foi mostrar-se pudica, mas eu ignorei as suas explicações e fui diretamente na direção do ogro, que assustado, recuou até sentar-se na cama. Sentei-me no seu colo e foi ali, na frente de Carlota, enrolada em seus lençóis brancos, que aconteceu a minha primeira vez.
sábado, 24 de julho de 2010
sexta-feira, 23 de julho de 2010
Irromper
terça-feira, 20 de julho de 2010
A tua presença
Talvez seja exatamente esse o problema, a falta de inspiração. Começo a escrever sem saber o que quero e passo apenas a me lastimar pela ausência da musa ao meu lado, por não ter um emprego ou por não ter um amor. Nesse fim-de-semana eu comi ostra crua e isso pode ser um problema quando não se tem um emprego nem um amor.
Nesse fim de semana, como em todos os outros, eu saí com amigos. Foi muito agradável e divertido, mas me senti incrivelmente só. E escrever sobre isso já ficou chato e repetitivo. Mas eu estava lá, esperando que alguém me trouxesse boas notícias, inebriada com os aromas da noite, e decepcionada com a única ausência que me importava. Talvez fosse melhor se tivesse continuado assim, essa presença só me deixou mais só. É negra, negra negra...
quarta-feira, 14 de julho de 2010
terça-feira, 13 de julho de 2010
domingo, 4 de julho de 2010
Ah, o amor! (ou "Can buy me love")
MULHER
qro um amor ;~
xo ler personare
EU TAMBÉM
não
eu quero um emprego
!!!!!!!!!!
porra de amor
o amor que se foda
com dinheiro eu compro o amor
HUAHUAHUAHUHUAHAUHAUHAUHAUHAUHAUHAUHAUHAUHAUHA
ahuehauehauehauehaue
AHUEHAUEHAUEHAUHEAUEHAUEHAUEHAUEHA
AHEUAHEUAHEUAHEUAEHAUEHAUEHAUEAH
ri mto agora
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Dedos gelados
domingo, 20 de junho de 2010
sábado, 19 de junho de 2010
Eu não preciso de você
- Alô?
Ele atendeu ao telefone. Ela mal conseguia falar, tamanho o nervosismo.
- Oi, é a Isadora.
- Oi, tudo bom? – ele, cordial como quase sempre.
- Levando, e você?
- Estou bem.
- Que bom.
Deu-se então um silêncio ensurdecedor.
- Então, por que você ligou? – disse ele finalmente.
- Eu precisava falar com você.
Nova pausa. Dessa vez ela recomeçou.
- Preciso saber o que você pensa de mim.
Uma pausa dele. Precisava escolher bem as palavras.
- Por que?
- Porque eu gosto de você.
Mais uma pausa no diálogo. A voz dela estava trêmula, como se seu coração estivesse descompassado por uma caixa de som gigante direcionada diretamente para o seu peito.
- Olha, Isadora... Eu nem sei como te dizer isso, mas... Eu não to a fim de namorar, saca?
- Sei... Eu já imaginava. Na verdade eu só queria saber o que você pensa de mim. De verdade. É importante. Não gosto de ser mal interpretada.
- Mal interpretada como?
- Tenho a impressão de ter seguido uma sucessão de erros desde a primeira vez em que estivemos juntos. Agi dessa maneira porque qualquer migalha de atenção que você me desse era suficiente para me satisfazer. Mas depois desse tempo todo, tenho a impressão de que o tiro saiu pela culatra.
- Como assim?
- Acho que causei uma impressão errada a você.
Silêncio.
- Por isso preciso saber o que você pensa de mim.
- Pô, eu... eu acho você massa, inteligente, divertida...
- Fácil?
- Oi?
- Você me acha fácil? Periguete?
- É essa a sua preocupação?
- Sinceramente, é.
- Você não devia se preocupar com esse tipo de coisa.
- É, eu também pensava assim. Mas aí eu vi que você me tratava como uma periguete.
- Eu?
- Sim.
- Pô, eu nem sei o que te dizer.
- Me diz se você acha que eu sou uma periguete.
- Eu não faço esse juízo das mulheres. Se eu achasse que você era uma periguete, em primeiro lugar, jamais teria ficado contigo.
- Mas você não me respeita.
- De onde você tirou essa ideia?
- Você não age como se me respeitasse, simples.
- Eu acho que você está equivocada.
- Você faz ideia de como eu me senti da última vez que a gente se viu? Você lá cheio de agarrados com outra, tão pouco tempo depois. E nem pra falar direito comigo.
- Eu já te falei, eu não estou a fim de namorar.
- Uma coisa não tem nada a ver com a outra. É uma questão de respeito.
- Olha, só, me desculpa, mas a gente vai ter que continuar essa conversa outra hora. Tenho que sair agora pra resolver uns negócios...
- Sei.
- Depois a gente se fala, tá?
- Tá.
- Tchau.
- Tchau.
Ela não se arrependeu de ter feito a ligação. Sentiu muita raiva, claro, mas era provavelmente o que ela precisava para se convencer de que precisava esquecê-lo. Todas as suas amigas já tinham cansado de repetir que ele não valia nada, não valia a pena, que ela merecia algo melhor. Ela também sabia disso. Mas gostava dele a ponto de não querer esquecê-lo.
Agora não. Agora ela tinha uma raiva incontida dentro dela. Precisava se vingar. Iria apaixonar-se por outro.
quinta-feira, 10 de junho de 2010
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Roubadas
- Eu? Hiuehiauhuiehuiheuiahe. Mas então, eu sei que ele não é o homem que vai me fazer feliz, mas é mais forte do que eu. Enquanto não aparecer outro que me tire ele da cabeça vou ficar nessa.
- Hahahahahahaha! E o amigo da sua mãe?
- O gay de 45 anos? Tá falando sério? Aehuihieuhuaiheiuahieuh, não sei qual roubada é maior.
domingo, 6 de junho de 2010
quarta-feira, 2 de junho de 2010
terça-feira, 1 de junho de 2010
segunda-feira, 31 de maio de 2010
São João
- Quer dançar comigo?
- Não posso... Meu pé tá doendo.
- Mas vamos, eu vou devagar.
- Sério, não dá mesmo. Ó, meu sapato é desconfortável, ele tá me matando. Eu estava até procurando uma cadeira para me sentar.
- Não me diga que eu vou levar um fora, depois de vir de tão longe?
- Eu também vim de longe.
- De onde?
- João Pessoa.
- João Pessoa não é longe.
- É sim.
- Você tem namorado?
- Tenho.
- Ele tá aqui?
- Não, ficou lá em João Pessoa.
- É, você tem muita sorte em ter alguém como ele.
- Eu também acho.
- Eu no lugar dele não deixaria você vir sozinha.
- É por isso que eu não namoro pessoas como você.
Kelly: HAHAHAHAHAHAAHAHAHAHAHAHAHAAHAHA!
- Sua amiga tá rindo de mim.
- Tá nada.
Texto de 2004, postado em um blog antigo que não está mais no ar.
domingo, 30 de maio de 2010
Miscommunication
- Oi?
- Tem uma cobra na sua pia.
- Hã?
- Uma centopéia. - disse Lu ao entender que Thaïs não estava ouvindo o que a mãe dizia.
- Não é uma centopéia, Lu. É uma cobra.
- O quê?
- Tem uma cobra na sua pia.
- Uma cobra na minha tia?
- Pia! Tem uma cobra na sua pia.
- Ela tem pernas!
- E aí?
- Não é uma cobra, mãe.
- Então o que é?
- Uma centopéia.
Texto de 2004, postado em um blog antigo que não está mais no ar.
sábado, 29 de maio de 2010
Política brasileira
- Oh, vejo que já me conhece. Nada mais justo que me diga o seu nome também.
- Pedro.
- Pedro de quê?
- Pedro Bó.
- Muito prazer, seu Bó. Lobo Mau, à sua disposição.
Texto de 2004, postado em um blog antigo que não está mais no ar.
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Parafraseando Lenine
- Oi.
- Desculpe-me por chegar te interrogando do nada, mas eu não te conheço de algum lugar?
- Provavelmente.
- Qual o seu nome?
- Umbigo.
- É, não me soa estranho. Eu me chamo Pedro.
- O prazer é todo seu.
- Ora essa, como você adivinhou?
- ...
- Vejo que não gosta de falar muito, né?
- Não com outras pessoas.
- Você fala sozinho?
- Só quando é necessário. Eu geralmente só fico olhando pra mim mesmo.
- Meio egocêntrico, não?
- Pedro bó, meu nome é Umbigo.
- Como você descobriu o meu sobrenome?
- Tchau.
- Espera, seu Umbigo! Você é algum tipo de vidente? Eu queria saber algumas coisas sobre o meu futuro! Droga... ... Oi, eu te conheço de algum lugar?
Texto de 2004, postado em um blog antigo que não está mais no ar.
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Acorda, amor
Não vê que eu estou aqui te esperando
Chamando, chamando, chamando
Esperando você entrar
Acorda, amor
Meu sorriso não é só simpatia
É que é plena minha alegria
Ao te ver passar
Acorda, amor
Enquanto ainda é tempo
Vem me amar
Antes do tempo passar
Pois uma vez ausente
Mesmo o amor que mais se sente
Um dia se dissipa
Como a espuma do mar
quarta-feira, 26 de maio de 2010
segunda-feira, 24 de maio de 2010
sábado, 15 de maio de 2010
Bêba fatality
Igor diz:
=)
vc tem as moral de dar uma de femme fatale?
Ideiafix diz:
acho que não
tenho as moral de dar uma de bêba fatality
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Por que eu tinha que me apaixonar?
- Porque você pediu. Era "eu preciso me apaixonar" pra cá, "eu quero me apaixonar" pra lá. Pronto, se apaixonou.
- Tá, mas eu não queria me apaixonar com um cara comprometido.
- Você especificou?
- Não.
- Então pronto.
- Mas precisa? Não é tipo, o óbvio ululante? Quem quer se apaixonar por um cara comprometido?
- Até pouco tempo atrás você não reclamava. Dizia que era ótimo ter uma relação rápida e intensa sem compromisso, com a garantia de que o cara não viria atrás de você porque já tinha namorada.
- Tá, mas agora eu não quero mais.
- E tá pensando que a rapadura é mole? Nem tudo é do jeito que você quer não, minha querida. Saiu na chuva é pra se molhar. Eu acho mesmo que isso é karma.
- Karma por quê?
- Como por quê? Ficou com tanto homem casado e com namorada nessa vida que agora é só o que te aparece.
- Mas eu sou uma boa pessoa...
- É, uma ótima pessoa, se não fosse eu não seria seu amigo.
- Então, eu não mereço esse castigo.
- Não mesmo?
A conversa com o Guto não foi das melhores, voltei pra casa arrasada. Será que era tudo karma mesmo? Que a culpa era minha? Que eu estava pagando pelos meus pecados? Que eu nunca mais ia conseguir um homem pra chamar de meu?
Ao chegar em casa entrei logo no orkut, essa versão tão aprimorada dos classificados amorosos. Comecei a fuçar meu amigos, amigos dos amigos e amigos dos amigos dos amigos. Sempre que aparecia alguém interessante eu ia lá e "pei", fuçava. Namorando. Namorando. Namorando. Casado.
Aí eu desisti de procurar um novo e fiquei com o meu velho comprometido de sempre, pelo menos já era terreno conhecido.
segunda-feira, 3 de maio de 2010
domingo, 25 de abril de 2010
Lesbianismo é a solução?
EU: Bah, eu tô cansada dos homens.
MÃE: Então vá atrás de uma mulher.
segunda-feira, 12 de abril de 2010
A cerca
algumas coisas mudam
outras não.
Não tenho mais aquela borboleta
que um dia desenhaste.
Partiu-se.
Mas no meu quadro
resta aquela flor
presa
tentando fugir da cerca
que a cerca.
quinta-feira, 25 de março de 2010
Sunny
- É uma Diana?
- Não, é minha.
- É uma Diana?
- Indiana? Não, é Made in China.
- É uma Diana?
- Ahh, Diana? Não, é uma Sunny.
sexta-feira, 19 de março de 2010
quinta-feira, 18 de março de 2010
segunda-feira, 15 de março de 2010
domingo, 14 de março de 2010
Frank Zappa
eu vi um cara
meodeos
n lembro onde
q era supr seu tipo
em campina??
ou gente
n lembro nem onde foi
se foi foto
se foi aqui
tem que guardar essas informações
minha memoria me boicota
e a mim tambem, ne?
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjQaPVtNeC_17PW8MSbG7gRveOxfxaKZ2MLDYPRzrlt6f_WuWzYbz4M-aumQJ0j-Yne0-vt7inO62MxYK2kl5NazOsdTn29rQ293m8BU8AjwAKr5w1pAhP3VAd9Zi0ChJb6JVf8/s320/Frank_Zappa.jpg ahuehauhe
PQP
ERA FRANK ZAPPA
OMG
ERA ERA
eu tava super ouvindo essa semana
aih fui ver as fotos
aehuaheuaehuaehaehaeuaheuahe
foi isso mermo
aheuaheuaheuaheuaheuaehuae
shoks
afeeeee
credito nao
o cara que era meu tipo era FRANK ZAPPA??????? ¬_¬
sábado, 13 de março de 2010
sábado, 6 de março de 2010
sexta-feira, 5 de março de 2010
Aparelhos de som
Falando nisso, essa minha experiência na auto escola me fez lembrar por que eu tinha tanto abuso dos meus colegas na escola. Existem tipos que se repetem. Em primeiro lugar estão os enturmados, que adoram mostrar o quanto são interessantes e engraçados, ocupando sempre uma boa parte das aulas com comentários dispensáveis. Há também os espertões, que precisam mostrar como são inteligentes e bem informados. E finalmente, há os chatos, categoria na qual me enquadro, que criticam a tudo e a todos, ou melhor, fazem pilhéria. Uma diferença da auto escola é que nela, aparentemente, perde-se todo o pudor de deixar ou esquecer o celular ligado, então quando menos se espera, começa a sinfonia dos aparelhos vindos diretamente de alguma sucursal do inferno.
segunda-feira, 1 de março de 2010
Me gustan los lunaticos
brazos de aguardiente
e piernas para que te quiero
pero que quieren los bichos de siete cabezas?
comenzar la guerra!
andale andale
mietele la rastiera
comienzen lo barraco
los lunaticos no se afectan
sieguen la vida pulando por entre las nuvenes
ovellas traizoeras
que se esquivan querendo hacier algun lunatico cair
pero eles tienen la maña
e montan e las ovellas
cavalgando-las como travesieros
e al fin de la batalla
saen vencedores
porque los bichos
de siete cabezas
no saben ser
felices.
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Adeus Bukowski!
Estou voltando pra casa. Antes de chegar no meu destino recebo a ligação que eu tanto temia: meu pai, me chamando para encaixotar a mudança do meu irmão. Desci do ônibus para pegar outro de volta. Adeus praia, adeus brisa na barriga, adeus Bukowski! Ao invés disso, estou sentido o cheiro enjoado do desinfetante no azulejo do escritório.
domingo, 21 de fevereiro de 2010
Bicho de rabo preso
anda sempre desconfiado
Com seu olhar de bicho morto
olha sempre meio de lado
Empacar ele não empaca
que tem medo de ser caçado
Com seu trotar faceiro
desliza pelo meu lado
Se é bom de montaria
não sei
nunca testei
E ele passa, segue seu rumo
averiguando o rabo
se está bem guardado
Que preso ele tá
e se descuidar
ele pode ser ferrado
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
As luzes são fracas e me atraem como uma mariposa. Eu devo agora admitir que não escrevo movida pela inspiração, mas pela necessidade. Por isso o que digo talvez não faça sentido para mais ninguém. Mas me ensinaram no curso de inglês como nomear isto: stream of consciousness. Então digo-lhes que sou praticamente uma Virginia Woolf, mas é claro que vocês sabem que eu estou mentindo. Acho que é melhor parar de enrolar e voltar ao meu esforço extremo e frequente de me enquadrar em grupos aos quais não pertenço. Boa noite.
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Geração de 85
hmn
pqp cara
as trias de thays são muito bizzaras as vezes
Samuel diz:
depois reclama de mim
Silas diz:
vcs dois
eu não sei não
tem algo de errado nessa gração de 85
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Cartas de amor
Resolvi então, passada a minha infância, não escrever mais cartas de amor, pois a primeira carta escrita para o meu primeiro namorado resultou em uma humilhação pública em sala de aula. Eu o perdoei, como viria fazer mais tarde tantas outras vezes com outros homens. Meus relacionamentos sempre terminam por ausência de amor, e não haveria o primeiro de terminar por causa de uma reação ridícula a uma carta de amor.
Continuei escrevendo-as, mas estas então não eram mais enviadas. Fantasiadas de contos, crônicas, sonhos e diálogos, continuei as produzindo em segredo, porque eu precisava me expurgar daqueles sentimentos, sem necessariamente me expor ao ridículo.
Mas descobri recentemente a tristeza que é não completar o ciclo de uma carta de amor. Sentimentos que nos fazem sentir ridículos podem ser recíprocos. Ou não. Aí a queda é grande. Mas quando ambos são fatalmente vítimas desse sentimento ridículo, ridículo é mantê-lo em segredo. Preso dentro de uma garrafa nunca jogada ao mar, asfixiado até o dia da sua morte.
Aí ele deixa de existir. Deixamos de nos sentir ridículos, abrimos a garrafa e jogamos fora os restos mortais daquela declaração antes tão pulsante. Constatamos então que somos a própria garrafa e estamos tão vazios quanto ela. E morremos pouco-a-pouco, sem aproveitar a oportunidade de nos sentirmos ridiculamente felizes ao receber uma carta de amor.
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
domingo, 31 de janeiro de 2010
sábado, 30 de janeiro de 2010
Maratona do Dia do Quadrinho Nacional 2010
Nossa querida Olga esteve presente na maratona do BLOG DOS QUADRINHOS. Parabéns ao Paulo Ramos pela iniciativa, e muito obrigada pelo espaço e divulgação!
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
I'm dreamin' of a man
That will leave me
No need
Of dreamin' anymore
I will so lie in his arms
And dream an everlasting dream
In which I'll find such peace of mind
As if I was never out of my mother's womb
And dreamin' won't be necessary anymore
And there'll be no more lies
Like this I create in the dream
I've been dreamin' for so long
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
sábado, 23 de janeiro de 2010
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Até o amanhecer
É nesse período em que se encontram e se separam os amantes, em que a sonolência do mundo permite que a imaginação dos noctívagos crie asas para realizar grandes feitos. É quando se realizam e se desmascaram as infidelidades, quando se firmam as grandes parcerias e quando ocorrem a maioria das fecundações. É a madrugada meu momento favorito do dia. Dormi-la parece-me um desperdício. Perder o nascer do sol um sacrilégio. Viver sob o sol escaldante uma tortura.
Mas ela é minha. E nela vivi grandes aventuras. Conheci novos amores, me decepcionei com os antigos, fui fecundada e senti os primeiros sinais do início da maternidade, que me manteve acordada madrugadas a fio. Conheci novos amores. Me decepcionei com os antigos. Remoí os antigos. Revivi os antigos. Desejei revivê-los. Desejei reviver amores que nem chegaram a se tornar amores. E mesmo quando dormia, sonhava na madrugada a realização do impossível.
Escrevi. Apaguei. Adorei, detestei. Mas amei, amei, amei e por isso amo a madrugada.
domingo, 10 de janeiro de 2010
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
Acho que preciso me apaixonar (2)
Se a luz do sol
Já não é suficiente pra me acordar
Acho que preciso me apaixonar
Se o cantar dos pássaros de manhã
Só serve para me irritar
Acho que preciso me apaixonar
Se nenhuma música
É capaz de me relaxar
Acho que preciso me apaixonar
Mas se olho para os lados
E meu coração não encontra
Alguém para se entregar
Eu entrego a minha boca
Eu entrego os meus braços
Eu entrego o meu corpo
Sem nunca me apaixonar
Quando o tédio nas conversas
Paira no ar
Sinto que preciso me apaixonar
Quando a lua cheia
É só uma bola no ar
Sinto que preciso me apaixonar
Se até meus amores
Só conseguem me irritar
Sinto que preciso me apaixonar
O mundo está cheio
De homens e mulheres
Com os braços estendidos
Com os lábios entreabertos
Com o corpo estremecido
Mas eu sigo adiante
Procurando sem encontrar
Um coração em que eu caiba
Que sirva a mim
Para que eu possa enfim
Enfim me apaixonar
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
BASEADO EM FATOS REAIS: Cartão
- Mas dá pra a gente juntar, pô. Dois anos é muito. Ainda mais dois anos e meio, por aí... todo mundo quando chegar perto fica sensibilizado e faz doações.
- Mas tem que ver que passagem é caro pô. E outra, se a gente juntar uma grana legal dá pra de repente ficar uns dois meses. Ou comprar muitas roupas lindas.
- Mas a passagem é no cartão, pô.
- E cartão num gasta dinheiro não, é? É dinheiro mágico?
- Gasta.
- Então.
- Mas no cartão ALHEIO.
sábado, 12 de dezembro de 2009
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
terça-feira, 24 de novembro de 2009
domingo, 22 de novembro de 2009
O Super Presidente
Nem sei por que estou falando dessas coisas aqui, eu nem me meto em política. Aliás, sei. Acabei de assistir a dois documentários: "Entreatos" e "Lula, para além da esperança", ambos sobre o presidente do Brasil, e principalmente no segundo nota-se uma esperança de que ele seja o salvador da pátria, aquele que vai acabar com todas as mazelas do país em quatro anos. Alguma semelhança com eleições mais recentes?
A esperança deve sim ser mantida, mas não é Lula e não é Obama que vai salvar o mundo de todos os seus problemas. O super-homem não existe, é necessário que nós, homens comuns, nos conscientizemos das nossas responsabilidades perante o futuro do planeta ao invés de passarmos a batata quente, infinitamente, de um governante para outro, seja ele um revolucionário ou um político.
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
SMS
Tô de frente a um cara IGUAL a tu aqui na UFCG!
MENSAGEM 2:
É imitação barata de campinense. E todo gordo de barba e óculos é igual a mim. Hunft.
MENSAGEM 3:
Sério, pô, até o cabelo é igual!
MENSAGEM 4:
Eu o meu eu bizarro, que nem em Laboratório Submarino. Cuidado para não achar a Thaïs bizarra por aí.
Silas falou que viu na UFPB igual a você. A você bizarra tá em João Pessoa!
MENSAGEM 5:
Meu deus, nos clonaram!
MENSAGEM 6:
<o>
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Dinheiro
- Kkkk.
- Meu braço tá doendo pra caralho. Só editei uma imagem hoje mas ele já tá doendo.
- Pior que me incomoda um pouco usar tablet.
- Por que?
- É que eu fico com a mão sobre meu dedinho, aí fica doendo o dedinho...
- Ah. Melhor do que doer o braço inteiro, né. E ter uma LER. Humpf.
- É que eu já convivo com a minha ler desde meu 1º estágio. Eu utrapassei as barreiras da dor, ahuuhahua. Uma tablet boa da Wacon tá uns 250 reais...
- Tenho isso não, nego. Eu num tenho 7 conto pra me depilar ali na esquina. Tô parecendo a monga, já tô até com vergonha de fazer sexo.
- Pior sou eu que tô catando moeda pela casa pra ir de ônibus pra faculdade e tirar xerox.
- Eu gastei meus últimos 10 reais ontem pra botar dinheiro no cartão de passe e hoje tirei meus últimos 5 reais do banco.
- Tá foda, aqui em casa todo mundo tá super liso.
- Já gastei 2 lanchando na universidade.
- Só quando sair a pensão próximo mês agora. Tava com uma grana mas foi toda pra pagar conta de telefone... Vou agora jogar Ninja Gaiden, tô a dois dias preso na porra do desafio, é muito difícil... Mas tenho que passar dessa merda, é questão de honra. Xero!
- Ahuehuahuehauhe, vá lá!
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Linha do tiro
SKETCH 1 – LINHA DO TIRO
PERSONAGENS: Senhora
Assaltante 1
Assaltante 2
Assaltante 3
Uma senhora está no caminho pro ponto de ônibus e encontra um assaltante.
ASSALTANTE 1: Se si buli morre.
SENHORA: Hã?
ASSALTANTE 1: Si si buli morre.
SENHORA: Como é?
ASSALTANTE 1 (irritado): Se se bulir morre!
SENHORA: Aaaah...
A senhora fica olhando pra cara do assaltante, assustada, após ter entendido finalmente o que ele dizia.
SENHORA: O que você quer?
ASSALTANTE 1: A senhora tem um real?
SENHORA: Meu filho, eu só tenho um passe aqui...
ASSALTANTE 1: Num tem um vale não?
SENHORA: Não, eu tenho carteirinha de estudante, só compro passe.
O assaltante pega o passe da mão da senhora, que a havia estendido para ele, olha por algum tempo e devolve.
ASSALTANTE 1: Obrigado.
Ela continua o seu caminho, calmamente até o ponto de ônibus, sem se dar conta do que havia realmente acontecido. Ela chega ao ponto e pouco tempo depois aparecem dois “malas” vindo na sua direção. O menor dos dois já vinha de longe com a mão na cintura, insinuando que estava armado. A senhora olha para eles, não esboçando reação alguma. Quando o assaltante que estava armado chega mais perto dela, o outro se afasta, olhando a situação de longe. Antes que o primeiro dissesse qualquer coisa, ela fala:
SENHORA: Não quero.
ASSALTANTE 2: Hã?
SENHORA: Já disse que não quero.
ASSALTANTE 2: O quê?
SENHORA: Chocolate.
ASSALTANTE 2: Chocolate?
SENHORA: Você quer me vender chocolate, não é?
ASSALTANTE 2: Que chocolate, minha senhora?!!
SENHORA: Bala-chiclete?
ASSALTANTE 2: Não, porra!
SENHORA: O senhor é Hare Krishna, não é?
ASSALTANTE 2: Hã?
SENHORA: Da Igreja Amanhecer em Cristo, essas coisas?
ASSALTANTE 2: Não!
SENHORA: É cego?
ASSALTANTE 2: Cego?
SENHORA: Ta com uma ferida e quer comprar remédio?
ASSALTANTE 2: Chega, caralho!
SENHORA: O quê?
ASSALTANTE 2: Isto é um assalto, não ta vendo?
SENHORA: Onde?
ASSALTANTE 2: Aqui, no ponto de ônibus.
SENHORA: E por que você não faz alguma coisa?
ASSALTANTE 2: Eu?
SENHORA: Chama a polícia?
ASSALTANTE 2: Essa velha é doida! (FALA PRO ASSALTANTE QUE ESTÁ DO OUTRO LADO DA RUA, RACHANDO O BICO)
SENHORA: Quem é doida?
ASSALTANTE 2: Chapadona! Passa logo a bolsa.
SENHORA: Não falei?
ASSALTANTE 2: O dinheiro, minha senhora.
SENHORA: Não quero.
ASSALTANTE 2: Hã?
SENHORA: Já disse que não quero.
ASSALTANTE 2: O quê?
SENHORA: Chocolate.
ASSALTANTE 2: Chocolate?
SENHORA: Você quer me vender chocolate, não é?
ASSALTANTE 2: Que chocolate, minha senhora?!!
SENHORA: Bala-chiclete?
ASSALTANTE 2: Não, porra!
SENHORA: O senhor é Hare Krishna, não é?
ASSALTANTE 2: Hã?
SENHORA: Da Igreja Amanhecer em Cristo, essas coisas?
ASSALTANTE 2: Não!
SENHORA: É cego?
ASSALTANTE 2: Cego?
SENHORA: Ta com uma ferida e quer comprar remédio?
ASSALTANTE 2: Chega, caralho!
SENHORA: O quê?
ASSALTANTE 2: Isto é um assalto, não ta vendo?
SENHORA: Onde?
ASSALTANTE 2: Aqui, no ponto de ônibus.
SENHORA: E por que você não faz alguma coisa?
ASSALTANTE 2: Eu?
SENHORA: Chama a polícia?
ASSALTANTE 2: Essa velha é doida! (FALA PRO ASSALTANTE QUE ESTÁ DO OUTRO LADO DA RUA, RACHANDO O BICO AO QUADRADO)
SENHORA: Quem é doida?
ASSALTANTE 2: Chapadona! Passa logo a bolsa.
SENHORA: Não falei?
ASSALTANTE 2: O dinheiro, minha senhora.
SENHORA: Não quero.
ASSALTANTE 2: Hã?
SENHORA: Já disse que não quero.
ASSALTANTE 2: O quê?
SENHORA: Chocolate.
ASSALTANTE 2: Chocolate?
SENHORA: Você quer me vender chocolate, não é?
ASSALTANTE 2: Que chocolate, minha senhora?!!
SENHORA: Bala-chiclete?
ASSALTANTE 2: Não, porra!
SENHORA: O senhor é Hare Krishna, não é?
ASSALTANTE 2: Hã?
SENHORA: Da Igreja Amanhecer em Cristo, essas coisas?
ASSALTANTE 2: Não!
SENHORA: É cego?
ASSALTANTE 2: Cego?
SENHORA: Ta com uma ferida e quer comprar remédio?
ASSALTANTE 2: Chega, caralho!
SENHORA: O quê?
ASSALTANTE 2: Isto é um assalto, não ta vendo?
SENHORA: Onde?
ASSALTANTE 2: Aqui, no ponto de ônibus.
SENHORA: E por que você não faz alguma coisa?
ASSALTANTE 2: Eu?
SENHORA: Chama a polícia?
ASSALTANTE 2: Essa velha é doida! (FALA PRO ASSALTANTE QUE ESTÁ DO OUTRO LADO DA RUA, RACHANDO O BICO AO CUBO)
SENHORA: Quem é doida?
ASSALTANTE 2: Chapadona! Passa logo a bolsa.
SENHORA: Não falei?
ASSALTANTE 2: O dinheiro, minha senhora.
SENHORA: Não quero.
ASSALTANTE 2: Hã?
SENHORA: Já disse que não quero.
ASSALTANTE 2: O quê?
SENHORA: Chocolate.
ASSALTANTE 2: Chocolate?
SENHORA: Você quer me vender chocolate, não é?
ASSALTANTE 2: Que chocolate, minha senhora?!!
SENHORA: Bala-chiclete?
Texto baseado em fatos reais e no conto homônimo de Marcelino Freire.
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
Declaração (de desamor) a um canalha
sábado, 19 de setembro de 2009
Epifania
terça-feira, 8 de setembro de 2009
Auspicioso
Que as novelas exercem grande influência na vida dos brasileiros não é nenhuma novidade, eu mesma já cansei de ouvir pessoas ao meu redor falando "tic" ou "rarebaba" e afins. Mas quando alguém te diz na fila do banheiro onde há um submarino entalado na privada que ninguém está entrando lá porque ele não está muito "auspicioso", sinto que esse fato merece ser mencionado.
domingo, 6 de setembro de 2009
Acho que preciso me apaixonar
Já não é suficiente pra me acordar
Acho que preciso me apaixonar
Se o cantar dos pássaros de manhã
Só serve para me irritar
Acho que preciso me apaixonar
Se nenhuma música
É capaz de me relaxar
Acho que preciso me apaixonar
Mas se olho para os lados
E meu coração não encontra
Alguém para se entregar
Eu entrego a minha boca
Eu entrego os meus braços
Eu entrego o meu corpo
Sem nunca me apaixonar
Quando o tédio nas conversas
Paira no ar
Sinto que preciso me apaixonar
Quando a lua cheia
É só uma bola no ar
Sinto que preciso me apaixonar
Se até meus amores
Só conseguem me irritar
Sinto que preciso me apaixonar
O mundo está cheio
De homens e mulheres
Com os braços estendidos
Com os lábios entreabertos
Com o corpo estremecido
Mas não encontro
Em nenhum deles
O coração
Para me apaixonar
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Voltei
domingo, 16 de agosto de 2009
Suzane
O fato era que ela, desde que se recorda, sempre evitou ter homens ao seu redor. Estudou em escolas só para garotas, na universidade procurou fazer um curso onde a maioria dos estudantes fosse feminina. E dessa maneira foi seguindo adiante com a sua vida e nunca sentiu que isso fosse um problema até que ela se deparou com um sentimento inédito: a necessidade de se tornar mãe.
Mas não bastava adotar uma criança. Ela precisava senti-la crescendo em seu ventre, se alimentando junto com ela, nessa simbiose perfeita que é a gravidez. Mas a ideia do ato sexual com um homem a enojava, de maneira que mesmo uma inseminação artificial parecia-lhe algo repugnante.
Suzane resolveu ceder, pois o amor que sentia pelo seu filho já superava a sua aversão a tudo relativo ao cromossomo Y. De maneira que quando o seu filho nasceu, ela olhou pela primeira vez com ternura para um ser do sexo masculino.
sábado, 11 de julho de 2009
Player man
Why keep you playin’ with my heart?
I would give you the sun and stars
Though I know you won’t accept
‘Cause you don’t want my love
But you don’t let me go away
Make me smile everyday
That’s why I’m filled with hope
All my friends tell me to give up
But they know you would be
The right man for me
If you just let me love you
Oh my player man
Every night is sad without you
My cold feet don’t let me forget
That the man I love won’t love me back
If I just knew when I first met you
That you would make my heart beat so strong
I would have hugged you so you’d never
Ever ever go away
Oh my player man
That’s just how much I love you
Write a letter everyday
And burn it right away
‘Cause just as Billie I can’t admit
How hard will my heart beat
When you call my name
And in the empty crowd
I keep foolin’ myself
Pretending not to care
Pretendind to forget
A player man that makes me dream
Of a life I cannot live
A life where you would love me
And let me hug and kiss you
Even under the fiery sun
sexta-feira, 3 de julho de 2009
Mentolado
- Puta. Que bosta mesmo.
- Foda.
- Arde.
- Só porque eu pedi spray pra garganta. Ele deve ter pensado que caso eu fosse fazer um boquete faria bem pra garganta também.
- Uma vez meu namorado botou. No começo era agradável, mas aí começou a arder e só parou de arder no outro dia.
- Que merda. E comprei logo dois pacotes porque a farmacia só entregava se completasse dez reais.
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Gripe suína
aaaahm
ehehehhe
e eu ia te dizer algo e esqueci
merda
aaah
to com medo da gripe suina
o pior eh q parece q vai fechar td
e eu tenho q levar o ban no veterinario
"Violets are blue" diz:
afe ;P
PeggyDay diz:
na sua opiniao o veterinario vai ta aberto?
"Violets are blue" diz:
nao faço a menor ideia
se vai fechar tudo é de se supor que o veterinario tb
no maximo ficarao abertos so os hospitais
ninguem pensa nos animaizinhos ;~~
PeggyDay diz:
=((((
pois eh
por isso q o porco ficou gripado
humpf
"Violets are blue" diz:
huhuhuehuehuhuehue
cara
isso vai pro meu twitter, ehueuhuh
aliás
nao
tem que ir pro blog
PeggyDay diz:
heiehiehiehie
total!
"Violets are blue" diz:
heuuehuehuehuheuhuhuhe
























.jpg)

























